Marcelinho fala sobre volta e alfineta juiz: ‘Ele não é Deus’

De volta à presidência do clube, após o efeito suspensivo concedido pelo Desembargador Gesivaldo Brito, o presidente Marcelo Guimarães Filho esteve no Fazendão na tarde desta sexta-feira (16) e concedeu entrevista coletiva, na sala de imprensa. Com ar de alivio e satisfeito com a nova decisão do Tribunal de Justiça, Marcelinho falou sobre o sentimento de voltar ao poder, a regularização do lateral-esquerdo Luiz Gutiérrez e uma possível irregularidade na lista de conselheiros do clube.
Retorno
Fico feliz com a decisão. Já era esperado. Tínhamos razão o tempo todo. Foi uma segunda decisão não tinha nenhum fato novo para tal resultado. Fico triste por não querer ver briga judicial fora de campo. Agora é buscar unir o clube e dar sequência ao trabalho.
Possíveis prejuízos
A gente vai calcular. O clube ficou três dias parados. É como se a empresa ficasse sem pagar fornecedor, sem contato com o banco. Você chegasse na sua emissora e não pudesse comprar água, papel, caneta, o café. Você trabalharia normal, mas dias depois ia faltar tudo. Não teria ninguém para tomar conta. Não pagamos fornecedores. Vamos pagar com juros e correção na segunda. Na prática foram três dias parados.
Luiz Gutiérrez
Assinei a regularização dele hoje. Mesmo se topasse fazer isso antes não poderia assinar. Ele (Carlos Rátis) também não poderia assinar. A CBF e a FBF não reconhecem ele como representante  legal do Bahia. Perdemos 24 horas para agilizar o processo do jogador. Estou mostrando na prática o que aconteceu.
Decisão do juiz Paulo Albiani
O grande defeito foi esse. Poderia o juiz determinar uma intervenção na eleição. É um direito dele, determinar essa sentença, por mais que discorde. Não poderia deixar sem comando. Era melhor ter determinado alguém para fazer eleição, que teria sido pra ele ilegal, mas tirou comando do clube.
Regularização do Conselho
Não é nada ilegal. As sucessivas decisões mostram isso. As decisões serão sempre favoráveis. Estamos fazendo o que está no estatuto e dentro da lei. Houve uma decisão do juiz, na primeira instância. Ele não é Deus. Tomou uma decisão equivocada e o tribunal mostrou isso. Vamos recorrer a todas as instâncias para mostrar que estamos certos. Estamos fazendo de maneira correta. Não há nada que se consertar.Fonte: Bahia Notícias