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Aberto da Austrália lamenta impacto da deportação de Novak Djokovic

Os organizadores do Aberto da Austrália lamentaram o impacto causado pela deportação do tenista Novak Djokovic nos outros jogadores que disputarão o torneio. Em comunicado divulgado nesta terça-feira (18), a Federação Australiana de Tênis falou em tirar lições do ocorrido.

“Como família do tênis australiano, reconhecemos que os eventos recentes foram uma distração significativa para todos e lamentamos profundamente o impacto que isso teve em todos os jogadores”, declarou. “Sempre há lições a serem aprendidas, e vamos revisar todos os aspectos da nossa preparação e implementação para informar sobre nossa participação, como fazemos todos os anos”, acrescentou.

Sem ter tomado qualquer dose da vacina contra a Covid-19, o sérvio foi barrado pela imigração na chegada em Melbourne, cidade-sede do Grand Slam australiano, no último dia 5, ao conseguir uma isenção especial dada pelos organizadores. Ele passou alguns dias detido num hotel, mas foi liberado após a Justiça aceitar seu recurso. Porém, no domingo (16), o governo federal voltou a cancelar o visto do número 1 do ranking mundial que foi deportado do país.

Os organizadores ainda apoiaram a decisão do diretor da federação, Craig Tiley, em liberar a participação de Nole no Grand Slam da Austrália.

O Aberto da Austrália começou nesta segunda (17) e vai até o próximo dia 30. Com 20 títulos de Grand Slam na carreira, Djokovic teria a chance de bater o recorde de títulos, caso fosse campeão do torneio, ultrapassando o suíço Roger Federer e o espanhol Rafael Nadal, todos com o mesmo número. Além disso, o sérvio é o atual campeão da competição australiana e levantou o troféu nove vezes.

Foto: Reprodução / AO